Eu gosto de fotografar com o celular. E você?
Na semana passada, minha amiga Michelle Gabiatti me enviou este link que fala sobre um conceito de câmera da Apple que seria usada acoplada ao iPhone:
É só um conceito, mas já pode querer, né? rs... Porque eu sou super adepta da fotografia com celular. Quando não estou trabalhando, gosto muito de usar o celular para registrar o que vejo. É prático, é rápido e, a cada dia que passa, a cada novo lançamento, as câmeras destes dispositivos ficam melhores.
Enquanto conversávamos sobre fotografia com celular, contei para a Michelle que em junho desse ano viajei para a Bahia com a família e não levei câmera nenhuma, nem a profissional (que levei em 2009), nem a compacta (que usei no ano passado). Fotografei só com o celular. Claro que quem é fotógrafo em algum momento acaba sentindo falta de uma câmera com mais recursos ou uma lente diferente, mas numa viagem de férias é muito bom não ter que carregar peso e poder relaxar de verdade o corpo e a mente, fotografando sem compromisso. E os celulares estão aí para isso, né? (Bem... não exatamente para isso, mas enfim...rs).
Estas são algumas fotos da viagem, feitas com o iPhone:









E vocês, gostam de fotografar com o celular?
Beijos,
Márcia S. :)
Questão de estilo







Mário e Bia. Padrinho e afilhada. Ele de chapéu, ela de gorro. Cada um com seu estilo.
(Logo voltaremos à programação normal, com os posts prometidos aqui.)
O que vem por aí + Minha nova tattoo
Olá, pessoal!
Na última terça-feira, voltei da viagem sobre a qual falei no meu penúltimo post. Aproveitando as férias do marido, nós colocamos o pé na estrada rumo a São Paulo e Minas Gerais. Voltei com muitas idéias e, é claro, muitas fotos. Vou mostrar para vocês um pouquinho do que vai rolar aqui no blog nos próximos dias:
Um ensaio mais do que fofo com uma Minnie que já apareceu aqui no blog:

A continuação do meu projeto Cotidianos, com a Cris Fernandes, fotógrafa de Uberlândia especializada em fotografia sensual:

Thalita, uma maquiadora linda, doce e cheia de estilo:

A linda Maria Eduarda (Dududi para os mais próximos), num ensaio com sua boneca inseparável:

Mas antes de tudo, quero mostrar aqui algumas fotos de um momento muito especial para mim.
Em abril, quando conheci a Cris, vi que ela tinha uma tatuagem fofa de câmera fotográfica e disse, brincando, que faria uma igual. Ela disse que ia adorar e que eu deveria ir fazer minha tattoo lá em Uberlândia, com o Timba, segundo ela, o melhor tatuador da cidade.
Meses se passaram e eu continuei pensando em fazer uma tattoo, mas depois de um tempo, acabei deixando a ideia um pouco de lado. Bom… Na semana passada, passando por Uberlândia para visitar a Cris, lembrei da ideia da tatuagem e na mesma hora ela ligou para o Timba marcando um horário para o dia seguinte. À noite lá fui eu buscar referências na internet, incrementar e desenhar um rascunho para mostrar a ele. No dia seguinte fomos eu, Cris e o Mário, meu marido, para o estúdio do Timba. Não era minha primeira tattoo, mas mesmo assim fiquei nervosa, com as mãos suando. Mário segurou minha mão o tempo todo e a Cris fotografou tudo.
Primeiro, uma foto tosca (de celular) dos desenhos mais toscos ainda que fiz para o Timba ter uma ideia do que eu queria:

É lógico que ele melhorou muito o meu desenho, né?





Achei que ficou linda e estou totalmente in love com minha nova tattoo. E vocês, gostaram?
Beijos,
Márcia
Na estrada
Oi, pessoal!
Como disse no meu último post, entre os dias 23/09 e 04/10 estarei na estrada, passando por São José dos Campos, São Paulo, Belo Horizonte, Uberlândia, Franca e Mogi das Cruzes. Se você mora em um desses lugares (ou perto) e tem interesse em fazer um ensaio, é só me mandar um e-mail, ok? contato@marciasilveira.com.br
Beijos!

Feira Rio Antigo
A Feira Rio Antigo acontece todo primeiro sábado do mês na Rua do Lavradio, centro do Rio de Janeiro. Artesanato, antiguidades, gastronomia e gente simpática em meio à arquitetura linda do Rio antigo. Vale a pena conferir.
No último sábado eu estive lá e, além de fazer umas comprinhas (claro), aproveitei para tirar algumas fotos.


















De mãos dadas
Gosto de lembrar de uma época em que tudo era muito grande. Ou que eu era bem pequena. Meu pai era a maior pessoa que eu conhecia. Maior do que qualquer super-herói. Era bom saber que ele estava ali para me proteger daqueles prédios enormes, daquelas árvores gigantescas, das ondas do mar e daquele céu que não tinha mais fim. Quando ele chegava do trabalho eu me escondia embaixo da mesa da sala para ver se ele me achava. E, olhando lá de baixo, por entre os pés das cadeiras, enquanto ele dava a volta na mesa fingindo não saber onde eu estava, meu pai parecia maior ainda. Adorava quando ele me encontrava e me pegava no colo. Eu via tudo de cima, ficava maior do que todo mundo.
Foi com meu pai que aprendi a dançar. Eu subia nos pés dele e era muito divertido ser levada no dois pra lá, dois pra cá, um pra frente, um pra trás, por aquele gigante que eu amava tanto. Mas às vezes o meu pai parecia ter o meu tamanho. Era quando brincávamos de fazer cócegas, de bola, de peteca. Nestes momentos, éramos duas pequenas crianças e não importava o tamanho do mundo.
Lembro de uma vez que viajamos para a praia. Pra falar a verdade, não sei bem se lembro ou se vi uma foto. Sei que eu era bem pequena e meu pai era gigante. Eu ainda não sabia nadar e minha boia cor-de-rosa foi minha companheira inseparável durante toda a viagem. Lembro da sensação boa que era andar descalça pela areia da praia com minha boia na cintura e de mãos dadas com meu pai. Eu sabia que enquanto ele estivesse ali segurando a minha mão, nada de ruim poderia me acontecer. Com meu pai e minha boia cor-de-rosa, eu estava segura.
Hoje eu estou um pouco maior. Já aprendi a nadar, não uso mais minha boia cor-de-rosa. Meu pai já não me parece tão grande, mas ainda é quando estou com ele que me sinto mais segura. No meu coração ele ainda é aquele gigante, que me protege, me dá a mão e que, quando preciso, caminha ao meu lado, debaixo de um céu que não tem mais fim.
Projeto Cotidianos: Glau Macedo e o blog Quitandoca
Quando participei do Workshop do Olhar, saí de lá com dois propósitos: o primeiro, continuar contando histórias. O segundo, não perder o contato com as pessoas especiais que participaram comigo daquela experiência.
Chegando em casa, amadurecendo a ideia, resolvi que o melhor seria juntar estes dois desejos num só: o que poderia ser melhor do que visitar os meus queridos amigos e fotografá-los para tentar contar um pouquinho do cotidiano deles? De quebra, ainda conheceria lugares diferentes. E viajar é sempre bom, não é? Foi assim que surgiu o projeto Cotidianos.
Falei sobre a minha ideia com duas das minhas amigas de curso, a Glaucia, de Brasília e a Cris, de Uberlândia. Elas toparam na hora e nós logo começamos a tentar marcar as datas, para não deixar a ideia morrer. A Glau ainda me deu um super presente: disse que em breve estaria se casando no civil e que seria bacana se eu pudesse ir para Brasília no dia do casamento. Topei, claro. E fiquei feliz da vida. Ela seria a primeira a ser fotografada para o meu projetinho.
A Glau é de São Paulo, formada em psicologia e desde que se mudou para Brasília tem se dedicado ao blog Quitandoca, que tem receitas deliciosas ilustradas com fotos lindas. Tudo feito com muito carinho. Nesse post vou mostrar um pouco do que observei nos dois dias em que estive na casa da Glau. A preparação de receitas e algumas postagens no blog (ela posta todo dia!), além de alguns detalhes do apê lindo dela.
O casamento fica para o próximo post.
Ela está sempre conectada…
Aqui, ela estava preparando um post sobre a viagem dela para Paris.
Mas vamos pra cozinha, né?
Primeiro a Glau resolveu preparar uns biscoitinhos pra gente comer com café. Delícia!!
A cozinha da Glau é cheia de utensílios foférrimos que ela usa tanto para preparar as receitas, quanto para enfeitar as fotos lindas do Quitandoca.
Temperinhos vindos direto de Paris… A cozinha da Glau é puro glamour!
Depois do biscoitinho delicioso, ela decidiu preparar um brownie. Nem fiquei feliz, né? rs
Ela prepara posts para o blog com uma rapidez impressionante…
O apê da Glau é todo cheio de detalhes fofos…
Agora, além de continuar se dedicando ao Quitandoca, a Glau está dando início a uma nova e promissora carreira: a de fotógrafa. Para conhecer um pouco dessa nova fase dela, clique na foto abaixo:
É isso. Espero que vocês tenham gostado. Esse foi só o primeiro, espero ainda poder mostrar muitos cotidianos aqui no blog, não só de meus colegas de curso, mas de outros profissionais também.
Beijos,
Márcia
P.S.: Para ver os dois posts anteriores sobre a Glaucia, clique aqui e aqui.
P.S.2: Para ver o slideshow das fotos que deram início à ideia deste projeto, clique aqui.
P.S.3: No próximo post: o casamento da Glau.
Glau e seus pulinhos
Quem acompanha o blog da Glau, já deve ter visto seus famosos pulinhos pelas ruas de Paris. Enquanto andávamos por Brasília, eu não resisti e pedi que ela desse alguns de seus pulinhos para as minhas lentes também. No início ela estava meio tímida, mas depois ficou tranquila e começou a pular igual pipoca…rs.
Nas fotos a seguir, nem preciso dizer que os guardinhas caíram na gargalhada, né?
Figuraça essa minha amiga…
Beijos,
Márcia
P.S.: Para ver as outras fotos dessa manhã divertida, clique AQUI.
A linda e doce Glaucia
Sabe aquelas pessoas que entram na sua vida e só trazem coisas boas? Sentimentos bons, boa energia, alegria, doçura… A Glau é assim. Nós nos conhecemos em abril durante o Workshop do Olhar e em junho eu fui até a casa dela em Brasília para fotografar um pouquinho do trabalho que ela desenvolve para o blog Quitandoca. Passei apenas dois dias lá e muitas coisas aconteceram… Tantas coisas, que vou ter que fazer mais de um post aqui…
Este primeiro nem é ainda sobre o Quitandoca. Passamos uma manhã passeando pela cidade e eu fiz um mini ensaio da Glau, totalmente descontraído, descompromissado e muito divertido. Fotografar uma fotógrafa não é tarefa das mais fáceis, sempre rola uma insegurança, um medinho dela não gostar das fotos… Espero que a Glau aprove o resultado…
Com vocês: Glau Macedo, uma linda amiga que me apresentou o céu azul do Planalto Central.
Ela é linda, não é? Ainda vai ter muita foto da Glau aqui no blog. Aguardem…
E quem quiser ver a receitinha “bocó” mas deliciosa que preparei pro blog da Glau, clique AQUI.
Beijos!
O marido e o LED
Era uma vez uma fotógrafa que resolveu comprar um LED pela internet. Ela passou dois dias ansiosíssima à espera do seu novo brinquedinho. No terceiro dia, quando ele finalmente chegou, a fotógrafa ficou feliz da vida e quis logo colocá-lo em ação. Mas ela não tinha nenhuma sessão fotográfica naquele dia… O que fazer? Ela pensou, pensou e… claro! Por que não fotografar o marido? Ela achava mesmo que ele era um espetáculo tinha porte de modelo e sabia que ele toparia.
E assim foram feitas estas fotos. Com vocês: Mário e o LED.
Tudo culpa dele: o LED.
P.S.: Obrigada, amor, por topar todas as minhas loucuras. Você é mesmo um espetáculo!
Aprendendo a ver com o coração
Do dia 18 ao dia 21 de abril, estive em Ouro Preto participando do Workshop do Olhar, ministrado pelo fotógrafo Vinicius Matos. Demorei a escrever sobre essa experiência aqui no blog, porque demorei a saber como escrever. Não queria falar só sobre a parte prática, como fiz aqui no texto sobre o slideshow. Quando me inscrevi neste workshop, meu objetivo era aprender sobre fotografia documental para um projeto pessoal que tenho em mente. E aprendi. Mas aprendi muito mais do que isso. O mais importante desses quatro dias de workshop, foi que ele mexeu com os sentimentos dos participantes. Difícil de explicar, muito difícil mesmo. Mas vou tentar, vamos lá…
Vou começar pelas pessoas que estavam lá…todas muito especiais. Parece que o pessoal da Escola de Imagem escolheu a dedo alguns dos fotógrafos mais malucos simpáticos do Brasil e juntou todos numa casa pra ver no que dava (sim, estou me incluindo na categoria dos simpáticos… a modéstia eu deixei lá em Ouro Preto! rs…). E deu muita coisa boa! Muita amizade, muito companheirismo, muita festa, muita doideira diversão, muitas risadas, muita fotografia, muita choradeira. Sim, muita choradeira. E não foi por causa das críticas do professor Vinícius Matos. Foi pelo sentimento geral de realização, de quebra de paradigmas (aprendemos com o Vinicius) e superação de dificuldades. Choramos de emoção.
*De fotógrafo e louco, todo mundo tem um pouco
Cada um de nós tinha uma missão, que nos foi dada pelo Vinicius. Estávamos lá para aprender a contar histórias através de fotografias, cada um em um lugar diferente. A minha missão era fotografar numa cachaçaria (recebi algumas propostas de suborno de gente que queria beber fotografar lá, mas não pude aceitar…era contra as regras do workshop…rs). Mas os lugares não foram escolhidos aleatoriamente. Eram desafios.
Um artista plástico fotografar com criatividade…um outro artista plástico? Uma coisa que ele vê todo dia? Desafio. Um fotógrafo acostumado a ter todo o controle da sua fotografia, controle de luz, direção dos modelos… fotografar um guia turístico, que fica andando pra lá e pra cá o dia inteiro? Mais desafio. Um cara que preza acima de tudo a liberdade, ficar dois dias fotografando enfurnado numa república? Super desafio.
E o que dizer de uma fotógrafa que, apesar de maluca, é tímida e, de repente, se vê desafiada a fotografar numa loja, onde a todo momento entram clientes, pessoas que ela nunca viu, mas com quem terá que interagir, já que eles fazem parte daquela história que ela quer contar?
Primeiro sentimento: ME-DO. Mas não tinha como fugir.
E lá fui eu para a cachaçaria Milagre de Minas. Loja linda, cheia de garrafas bonitas, coloridas, artigos de pedra sabão ao fundo, vários detalhes fofos, super aconchegante.
A Leila, gerente da loja, me recebeu com muito carinho e me deixou super à vontade para fotografar e beber (!) o que quisesse (juro que não bebi nada!).
Mas eu estava ali para contar uma história. E para contar uma história, eu tinha que, em primeiro lugar, identificar o(s) protagonista(s), o(s) coadjuvante(s) e os figurantes dela.
Depois de um tempo andando pela loja, olhando tudo e tentando deixar a timidez de lado, comecei a conversar com a Bionnika, a vendedora. Em dois minutos descobri que ela estava trabalhando ali havia apenas três dias e que, no segundo dia de trabalho, tinha conseguido vender a cachaça mais cara da loja, a Havana, que custa 450 reais (Oi? É de ouro?) e há quase um ano não era vendida. Mais três minutos de papo e eu descobri também que ela era formada em Letras, pós-graduada em Filosofia, casada com um inglês professor de química e que estava realizando o sonho de morar em Ouro Preto há apenas duas semanas. Pronto, em 5 minutos de conversa eu já tinha a protagonista da minha história.
Mas eu ainda tinha um caminho a percorrer. A Bionnika, super simpática, me falou sobre a família, sobre seus sonhos, contou que adora cozinhar. E tudo isso era parte da história dela, lógico. E para contar essa parte da história, eu precisava ir até a casa dela, fotografá-la ao lado do marido. Papo vai, papo vem, acho que consegui conquistar a confiança da Bionnika, pois quando perguntei se poderia ir até a casa dela para fotografar, ela não se opôs, só disse que não tinha quase nada em casa, já que estavam morando ali havia pouco tempo. Eu respondi que isso fazia parte da história dela, a história que eu queria contar. E lá fomos nós.
Foram dois dias intensos nos quais eu tentei registrar o cotidiano da Bionnika na cachaçaria e em casa. O marido dela, Jason, também foi muito simpático, conversou, contou piadas. Fui convidada para jantar com eles e terminei o segundo dia de fotografias com uma comidinha deliciosa preparada pela Bionnika. Foram dois dias incríveis e surpreendentes.
Tá, eu tive sorte, vai… A Bionnika era simpática e ajudou muito o meu trabalho de abordagem. Como eu disse lá em cima, em 5 minutos já éramos amigas de infância. Mesmo assim, a sensação de superação dessa dificuldade que sempre tive no primeiro contato é indescritível. Saí de lá com vontade de conversar com todo mundo na rua, de descobrir histórias interessantes em cada esquina.
No depoimento que fizemos em vídeo sobre o workshop (mais um desafio para mim…eu, logo eu, falando para uma câmera… tremi horrores!), eu disse mais ou menos o seguinte: “Eu vim fazer esse workshop para tentar melhorar a maneira de me relacionar com as pessoas que fotografo. E aqui eu aprendi que para fotografar uma pessoa, é preciso, antes de tudo, vê-la com o coração.”
É isso. O ser humano pode ser surpreendente. Basta abrir seu coração e aprender a ver e ouvir.
Juro que tentei colocar aqui no blog o slideshow com as fotos do workshop, mas não consegui. Se você, guerreiro que chegou ao fim desse mega post e não clicou no link lá do início, tiver mais 4 minutinhos livres e quiser ver o slideshow, clique aqui.
Por fim (tá acabando, juro..), quero agradecer mais uma vez à Bionnika, ao Jason, à Leila e a todos que fizeram parte dessa experiência incrível.
Vinicius, Cris, Glaucia, Erica, Vera, Edson, Bruno, Derli, Ribas, Paulo, Alexandre: sou fã de vocês.
Um beijo.
Márcia
Back from Bahia!
Oi, pessoal!
Bom… voltei de Salvador com a família no dia 16. A viagem foi ótima, principalmente porque consegui fugir por uma semana do calorão que estava fazendo aqui no Rio (sensação térmica de 50°, gente? Será o fim do mundo? rs…). Ok, na Bahia estava calor também, mas não tanto quanto aqui…
Agora estou de volta e, embora só tenha levado minha câmera compacta , tentei fazer algumas fotos legais para colocar aqui no blog. A ideia era trazer imagens bacanas, mas um pouco diferentes daquelas do ano passado. Será que consegui?
Encontrei um colega fotógrafo por lá…
E aí, gostaram?
Beijos!
Back to Bahia!
Nas férias do ano passado, como muitos de vocês já sabem, fui com a família para a Bahia. O marido decidiu pôr o pé na estrada e partimos de carro do Rio de Janeiro até Imbassaí. Três dias cansativos (principalmente numa viagem com duas crianças a bordo…), mas com um visual incrível.
Desta vez, com a mudança no fim do ano, não conseguimos programar com antecedência nossa viagem de férias, então decidimos, aos 45 do 2º tempo, que iríamos novamente para a Bahia! As crianças vivem pedindo para voltarmos lá (“Mas de avião dessa vez, pai!” rs) e eu também achei que não seria nada mal passar uns diazinhos naquela terra maravilhosa.
Então é lá que estaremos nos próximos dias. Vamos curtir o sol, o céu, o mar da Bahia…Tudo de novo. Tudo de bom!
Ah, e muito importante: dessa vez deixaremos o carro na garagem… rsrs.
Para a volta, prometo um post com fotos novas.
Beijos!
Um fim de semana especial
No dia 21 de novembro minha filha Daniela completou 5 anos e nós (eu, Mário, Bruno e Dani) fomos passar o fim de semana em um hotel fazenda. Foi tudo perfeito – tirando o fato de ter ficado 3 dias sem internet…rs –, o lugar era lindo e as crianças adoraram e se divertiram bastante. Aqui vão algumas fotos.
Beijos!
Aulas práticas de Fotografia de Casamento
E como prometido, aqui vão as fotos das aulas práticas com Vinicius Matos.
A aula de Making Of, com a linda modelo Marcela:
Raisa e Thiago, lindos e simpáticos, nas fotos da aula prática de cerimônia…
… e de direção para book dos noivos:
Beijos!
Experiências Inesquecíveis na Escola de Imagem
Bom… este é meu primeiro post no blog novo e eu não poderia inaugurar esse espaço sem antes fazer um agradecimento: quero dizer MUITO OBRIGADA ao meu amigo Leo Lemos, designer que desenvolveu o layout do meu blog. ‘Brigadão pela paciência, Leo! Eu sou enroladinha, faço perguntas demais, mas no fim tudo deu certo, né não?
Agora vou falar sobre a experiência incrível que foi participar dos workshops da Escola de Imagem, em Belo Horizonte, na semana passada.
O primeiro workshop, no domingo, foi de Flash, com o professor Gui Machala, um fotógrafo super bacana, simpático, tranquilo e com cara de filósofo (rs), que me fez ficar um pouco mais amiga do meu SB-900.
Adorei a aula do Gui e ela foi importante para a minha segunda (e tão aguardada) experiência lá em BH, que foi participar dos workshops de Fotografia de Casamento com o Vinicius Matos, de quem já havia sido aluna em um workshop de um dia aqui no Rio. O Vinicius é um fotógrafo que eu admiro muito pela dedicação, empolgação e talento com que desenvolve seu lindo trabalho. Além disso, é uma pessoa super simples, divertida, leve… e que tem o dom de ensinar, de transmitir conhecimento e ajudar os alunos a crescerem como profissionais. Uma alma rara.
E como falar dessa viagem sem citar meus novos amigos? A turma que ficou na mesma pousada que eu era super legal: Marina Lomar, Mariana Decourt, Bruno Guimarães, Ednei Campos, Marcos Lopes e Alexandre Araújo. Só figura do bem! À noite na pousada, vinho, lanchinho… muito papo, risadas e troca de ideias. Alguns com muita, outros com pouca experiência, mas todos com muita disposição para ajudar. Durante as aulas, nos juntávamos a outros fotógrafos lá de Minas (Marialice, Jonatas, Leandro, Consuelo, Daniela…) e era também muito divertido.
Aproveito para agradecer ao Marco Túlio Pinto, que me atendeu super bem desde o primeiro e-mail que enviei para a Escola de Imagem, pedindo informações sobre o curso. Pessoalmente, uma simpatia também.
Agora é hora de aplicar ao meu trabalho o que aprendi na Escola de Imagem. Foram dias inesquecíveis e que tenho certeza que renderão bons frutos. Afinal, fui para BH para aprender Fotografia de Casamento com o melhor!
Beijos!
(Nos próximos posts, as fotos que fiz durante as aulas práticas. Aguardem.)




















































































































































































